OPINIÃO: Incesto no Big Brother

Delegado de Polícia Civil, Miguel Lucena.

Por Miguel Lucena*

Todos os sinais levam a crer que a relação de Ayrton e Ana Clara, pai e filha do Big Brother, é incestuosa. Ele se mostra carente, pede selinho, quer uma cama maior para dormir de conchinha com a moça, já apareceu dentro da água agarrando-a e ela fazendo cara de quem estava sendo mexida.

Não sei se foi de propósito, mas a relação de pai e filha vem na esteira de discussões internacionais sobre a legalização das relações incestuosas, ao argumento de que elas existem desde o início do mundo.

No início de tudo, quando a terra estava sendo povoada, ocorreram relações incestuosas, mas a humanidade evoluiu e percebeu que elas geravam filhos doentes e fracos e destruíam o núcleo mais forte e resistente até hoje criado: a família.

A família se destruía na fraqueza e loucura dos filhos gerados de relações incestuosas, bem como na disputa entre pai e filho pelas mesmas mulheres.

A promiscuidade da relação entre irmãos e pais resultará na derrota da civilização, que perderá a referência da autoridade paterna e materna e ficará sem os freios morais que garantem a nossa convivência em sociedade.

Esse coroa ridículo e sua filha precisam de tratamento médico especializado. Os telespectadores farão um favor às crianças brasileiras se os eliminar do programa, salvo se acharem que o que eles fazem é o melhor modelo para as nossas famílias.

*Miguel Lucena é Delegado de Polícia Civil, jornalista, escritor e colunista do Agenda Capital 

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