Por Delmo Menezes

A lei da semeadura e da colheita é algo tremendo na vida de qualquer cidadão, e muitas vezes nós relegamos a um segundo plano. Ela permite colher aquilo que plantamos.

Muitos não entendem ou ignoram, que aquilo que se plantar, seja de bom ou de ruim, um dia irá colher. Quando se semeia amor, tem-se como resultado uma colheita de amor. Se você planta ódio, ódio irá colher. As turbulências na vida muitas vezes podem ser fruto de algo que se plantou.

As gentilezas são também fruto de gentilezas. Experimente “plantar” sorrisos, e veja se não terá uma colheita de sorrisos. Algo que se pode experimentar rotineiramente em relação ao sorriso “plantado” é que a colheita normalmente é imediata! Segundo o sábio Salomão, “a resposta branda desvia o furor” na mesma proporção em que “a palavra dura suscita ira” (Pv 15.1).

Quantas pessoas, inclusive políticos, estão colhendo aquilo que plantaram. Muitas vezes pela sua arrogância, soberba, mentira e engodo. Outros, pela prática de corrupção, achando que estavam imunes da justiça.

O ideal é que depois da semeadura, venha a colheita. A opção está em nossas mãos. Se você semeou objetivando fazer o bem ao teu próximo, na hora da colheita, as pessoas vão se lembrar de você, mesmo que você não esteja no ápice dos cargos considerados estratégicos. O importante é você plantar, independente de quem esteja no poder, pois com certeza, um dia irá colher.

Existem as semeaduras infrutíferas, onde as sementes são lançadas a beira do caminho, ou seja, fora do lugar. São líderes sem nenhum tipo de crédito. Suas oratórias não ecoam nos ouvidos das pessoas. A semente não vingou.

Muitas “sementes não vingam”, devido o solo ser muito “pedregoso”, ou seja, são pessoas que a todo momento, procuram traçar estratégias de fazer sempre o mal ao seu semelhante. Acham que o poder é perene. Ledo engano! O poder é transitório e a roda gira depressa. Um terreno “pedregoso”, é um tipo de solo inadequado, que leva líderes a um triste fim. As pessoas que estão ao redor destes líderes, no primeiro vendaval, caem fora e a semente perece.

Algumas sementes crescem, porém em lugares espinhosos, que não frutificam. É o caso de alguns pseudo-líderes, principalmente alguns que se dizem evangélicos ou religiosos. São facilmente seduzidos e fascinados pelas coisas do cotidiano. Por um certo tempo conseguem servirem a dois senhores, porém com o passar do tempo, verão que terão que se decidir, e aí será tarde demais. Se não se livrarem dos espinhos, terão morte súbita.

Existem também as boas sementes, são cada vez mais raras, é fato, mais ainda existem. São aquelas pessoas/líderes que estão dispostas, a renunciar a si próprio a fazer alguma coisa para melhorar o mundo em que vivemos, deixando de lado seus interesses pessoais. Neste, a semente cresce, floresce e produz fruto!  Semeadura em solo resistente produzirá pouco ou nenhum resultado! Já a Semeadura em solo bom, resultará em colheita abundante, fartura!

O exame da Parábola do Semeador nos mostra que podemos realizar uma semeadura inteligente, e que a semeadura inteligente é um requisito básico para uma colheita abundante!

A Lei da semeadura é algo tremendo na vida de qualquer pessoa. Todos devemos semear com propósitos em terra fértil com o objetivo de colher uma boa safra. “Diga-me com quem tu andas, e direis quem tu és”.

O livre arbítrio nos concede o privilégio de plantarmos e colhermos exatamente aquilo que desejamos. A decisão está em nossas próprias escolhas.

“Não julgue cada dia pela colheita que você colhe, mas pelas sementes que você planta”.

Da Redação do Agenda Capital / Delmo Menezes

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