Droga avaliada em milhões é apreendida no Terminal de Cargas de Confins
Por Redação
Uma ação integrada da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal do Brasil (RFB) resultou na apreensão de 1,3 tonelada de cocaína no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Região Metropolitana da capital mineira. A operação representa um dos maiores golpes já aplicados contra o tráfico internacional de drogas no estado.
A droga foi localizada no final da noite de quinta-feira (4), mas a pesagem oficial só foi concluída na madrugada desta sexta-feira (5). De acordo com a Receita Federal, o carregamento totalizou 1.304 quilos de cocaína, acondicionados em grandes blocos prensados.
Segundo as autoridades, a carga tinha como destino final a Europa. O plano logístico previa inicialmente uma conexão em Lisboa, Portugal, antes de seguir para Madri, na Espanha, evidenciando a complexidade do esquema criminoso.
Inteligência e cooperação entre aeroportos
A apreensão foi possível graças ao trabalho de inteligência, análise de risco e cooperação entre unidades da PF. Informações estratégicas repassadas pelo setor de análise de risco do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) permitiram que as equipes em Minas Gerais atuassem de forma precisa para interceptar a carga.
Em nota, a Polícia Federal destacou a importância do uso de tecnologia e integração entre os órgãos. “Essa articulação demonstra a relevância do emprego de técnicas avançadas de análise preditiva e da troca de informações entre as unidades regionais no mapeamento e interceptação de remessas ilícitas.”
Cães farejadores ajudaram na localização
A identificação exata da droga na carga contou com o apoio de cães farejadores, que auxiliaram na fiscalização dos volumes suspeitos. A Receita Federal confirmou oficialmente o peso final da carga apreendida: 1.304 kg de cocaína.
As forças federais reforçaram ainda o compromisso com o combate ao crime organizado:
“As forças de segurança e fiscalização federais reafirmam seu compromisso com a sociedade, garantindo que a união de esforços e recursos é a estratégia mais eficaz no enfrentamento ao crime organizado.”
Investigações continuam
As investigações seguem em andamento para identificar os responsáveis pelo envio da droga, os operadores logísticos, os financiadores do esquema e os possíveis receptadores no exterior. Até o momento, não há confirmação oficial de prisões, mas novas fases da operação não estão descartadas.
A apreensão impediu que uma grande quantidade de entorpecentes chegasse ao mercado europeu, provocando prejuízo milionário às organizações criminosas envolvidas.
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Da Redação do Agenda Capital





