
Veja escalações, desfalques e arbitragem da final da Copa América, neste sábado às 21h no Maracanã
Por Redação
A Copa América não poderia ter um cartaz mais chamativo ao futebol do que uma final entre Brasil e Argentina no Maracanã. Até mesmo a Eurocopa, na expectativa pelo título que Inglaterra e Itália disputarão em Wembley (domingo, 16h de Brasília) estará ligada no superclássico que é realizado desde 1914 (sábado, 21h), que terá trans missão pelo SBT e ESPN.
A importância do jogo explica a autorização da prefeitura do Rio de Janeiro em caráter excepcional para que 7.200 torcedores estejam presentes, 10% da capacidade do estádio da emblemática cidade brasileira. O futebol não foi especialmente atrativo até agora e as figuras de destaque foram igualmente escassas, mais uma razão para enfatizar o duelo coletivo entre brasileiros e argentinos, e também o individual entre Neymar e Messi.

Créditos: Lucas Figueiredo/CBF
Diferentemente das quartas e da semifinal, a decisão terá dois tempos de prorrogação – com 15 minutos cada um –, em caso de empate no tempo normal. Permanecendo a igualdade, o título será definido nas cobranças de penalidades.
As duas seleções chegam, claro, em busca do troféu, mas por objetivos distintos. O Brasil tenta manter a soberania recente na Copa América. Chegou a nove finais nas últimas 14 edições, venceu sete e busca o décimo título geral do torneio, encurtando a distância para o Uruguai, que está no topo do ranking, com 15.
A Argentina, segunda maior vencedora do torneio, com 14 títulos, quer sair da fila. Não conquista uma competição oficial com a seleção principal desde 1993, quando venceu a própria Copa América. Desde então, perdeu duas finais para o Brasil (2004 e 2007) e duas para o Chile (2015 e 2016). Messi tem mais uma oportunidade de levantar sua primeira taça com a camisa albiceleste.

Brasil – Técnico: Tite
A tendência é de que Tite repita a equipe que iniciou a partida contra o Peru, na semifinal. Gabriel Jesus foi suspenso por dois jogos em função da expulsão diante do Chile e, portanto, segue fora de combate.
Com Lucas Paquetá em alta, após ser decisivo nos duelos com Chile e Peru, Everton Cebolinha teria vaga ameaçada, caso Jesus tivesse condições de jogo. Sem essa possibilidade, o atacante do Benfica deverá ser mantido entre os titulares.

Créditos: Lucas Figueiredo/CBF
Havia dúvida na lateral esquerda, já que Alex Sandro chegou a trabalhar em campo nesta semana, após lesão muscular na coxa. Mas Tite adiantou que ele não será titular. Portanto, Renan Lodi está mantido na equipe.
Desfalque: Gabriel Jesus (suspenso) e Felipe (cortado por lesão no joelho direito).

Argentina – Lionel Scaloni
A escalação argentina está recheada de dúvidas no setor defensivo. Ainda que haja possibilidade grande de manutenção da equipe que iniciou a semifinal contra a Colômbia, existe também a chance de mudanças em até quatro posições, segundo jornalistas argentinos.
Na defesa, há possibilidade de retorno do zagueiro Cristian Romero, fora dos jogos de mata-mata em função de lesão no joelho. Ele e Pezzella disputam posição. Nas laterais, também há dúvidas: pela direita, Molina ou Montiel? Na esquerda, Tagliafico ou Acuña?
O principal responsável pela segurança defensiva no meio-campo também não está definido. A manutenção de Guido Rodríguez é mais provável, mas também há possibilidade da entrada de Paredes. A dúvida também permeou as vésperas da semifinal.
Desfalque: ninguém
Arbitragem
- Árbitro: Esteban Ostojich
- Auxiliares: Carlos Barreiro e Martín Soppi
- Quarto árbitro: Diego Haro
- VAR: Andres Cunha
A final entre Brasil e Argentina terá transmissão pelo SBT e ESPN a partir das 21h direto do Maracanã no Rio de Janeiro.
Da Redação do Agenda Capital/El País/GE




