Sede do Banco BRB. Foto: Rafael Lavenère.

Com as mudanças, o BRB reforça sua estrutura de governança e reafirma o compromisso de atuar como parceiro estratégico do Distrito Federal

Por Redação

O Banco de Brasília (BRB) anunciou uma série de mudanças em sua alta administração, com a nomeação de novos executivos para áreas estratégicas do banco e de empresas do conglomerado, como a Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (BRB DTVM) e a BRB Financeira (BRB CFI). As nomeações têm como objetivo fortalecer a governança, o planejamento estratégico e a capacidade de execução da instituição.

Segundo o presidente do Conglomerado BRB, Nelson Antônio de Souza, o processo de escolha dos novos dirigentes foi conduzido com responsabilidade e alinhamento às diretrizes estratégicas do banco. “A definição de nomes para a alta administração exige extrema responsabilidade. Estamos trazendo profissionais experientes, que já demonstraram capacidade de gerar resultados e estão alinhados aos três pilares do novo planejamento estratégico do banco, que incluem também pessoas e governança. Outros nomes serão divulgados à medida que forem definidos, sempre com o compromisso de fortalecer ainda mais o BRB”, afirmou.

No banco, Hugo Andreolly assumirá a Diretoria de Negócios Digitais (Dined). Empregado concursado do BRB desde 2007, Andreolly construiu carreira sólida na instituição, tendo ocupado cargos como diretor-executivo de Finanças e Controladoria e diretor-executivo de Novos Negócios. Sua trajetória é marcada pela atuação em inovação, transformação digital e desenvolvimento de novas soluções.

Para a Diretoria de Pessoas (Dipes), foi indicada Janiele Queiroz Mendes Caroba. Advogada de carreira da Caixa Econômica Federal, Janiele acumulou experiências relevantes como superintendente nacional de Atendimento Jurídico e Controle da Rede e gerente nacional de Governança e Pessoas. Reconhecida pela condução de processos de transformação cultural e regeneração organizacional, também integrou a Comissão de Ética da Caixa e o Conselho Fiscal da Funcef. As nomeações de Hugo Andreolly e Janiele Caroba ainda dependem de aprovação do Banco Central.

Na BRB DTVM, o novo presidente será Mario Ferreira Neto, executivo com mais de duas décadas de atuação no setor financeiro. Neto foi CFO da Caixa Pré-Pagos, onde liderou processos de gestão financeira e expansão em meios de pagamento, além de já ter ocupado cargos estratégicos no próprio Conglomerado BRB. Sua carreira inclui passagens por instituições como Elo e Caixa Crescer, com forte atuação em projetos de inovação e transformação digital.

Já na BRB CFI, três novos executivos passam a integrar a diretoria. Fabiano Nogueira Alves assume a presidência após trajetória de destaque na Funcef, onde atuou por quase dez anos como diretor interino e gerente de investimentos em renda fixa e imobiliários, administrando carteiras bilionárias e a mesa de operações financeiras. Também teve participação em conselhos fiscais de empresas como BRK, Invepar e Odebrecht Ambiental.

A Diretoria de Administração e Finanças (Difad) ficará sob responsabilidade de Marcos Fernando Fontoura dos Santos Jacinto, profissional com mais de 20 anos de experiência. Ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Marcos liderou políticas de gestão de pessoas para mais de 86 mil empregados e processos de governança corporativa. Também foi diretor financeiro do Desenvolve SP e superintendente executivo de Governança e Estratégia na Brasilcap.

Para a Diretoria de Crédito e Liquidez (Dicli), foi nomeado Renier Roosevelt Sampaio Barbosa Júnior. Com mais de 13 anos de experiência no setor financeiro, Renier se destacou na Caixa como gerente-executivo de Estratégia Corporativa, atuando na definição de objetivos de longo prazo do conglomerado, e como gerente nacional de Logística e Contratações, onde gerenciou contratos e orçamentos de grande porte e implementou projetos de eficiência operacional, como o programa Papel Zero.

Com as mudanças, o BRB reforça sua estrutura de governança e reafirma o compromisso de atuar como parceiro estratégico do Distrito Federal, ampliando seu papel como banco de desenvolvimento da capital e contribuindo para o crescimento sustentável e o fortalecimento da economia local.

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Da Redação do Agenda Capital

1 COMENTÁRIO

  1. Com essas mudanças será que o banco vai continuar comprando outros bancos quebrados às custas de seus acionistas e, indiretanente pela população?
    A lógica aplicada no governo FHC de que os bancos estaduais eram instrumentos de interesses dos governantes estaduais parece que mais uma vez se confirma. Pobre povo, em breve veremos o atual governador ocupando uma cadeira no senado.

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