Médica revela os principais lamentos de pacientes terminais e como podemos aprender com eles
Por Redação
A morte, um tema universal e inevitável, nos leva a questionar o sentido da vida e as escolhas que fazemos. Mas o que as pessoas mais se arrependem quando estão próximas do fim? A médica clínica Shoshana Ungerleider, especialista em cuidados paliativos, passou anos ao lado de pacientes terminais e identificou um padrão nos seus maiores arrependimentos. Essas revelações podem ser um chamado para todos nós repensarmos nossas prioridades e vivermos de forma mais plena.
Em seus últimos dias, muitas pessoas expressam profundos arrependimentos sobre suas vidas. Segundo a Dra. Ungerleider, os principais lamentos incluem:
- Não ter passado tempo suficiente com os entes queridos: A busca incessante por sucesso profissional e bens materiais muitas vezes leva as pessoas a negligenciar seus relacionamentos mais importantes.
- Trabalhar em excesso: A priorização do trabalho em detrimento de momentos de lazer e convivência familiar é um dos maiores arrependimentos relatados pelos pacientes.
- Deixar o medo guiar as decisões: O medo de fracassar ou de sair da zona de conforto impede muitas pessoas de viver experiências significativas.
- Falta de coragem: A falta de coragem para expressar sentimentos, seguir sonhos e tomar decisões importantes pode gerar profundos arrependimentos.
- Focar demais no futuro: A obsessão pelo futuro e a busca por perfeição podem nos levar a perder a apreciação pelo presente.

A Dra. Shoshana Ungerleider acredita que pensar sobre a morte, em qualquer fase da vida, pode nos ajudar a viver de forma mais intencional e significativa. Ao nos conscientizarmos de nossa finitude, valorizamos mais as coisas que realmente importam, como os relacionamentos e as experiências.
Histórias inspiradoras
Hadley Vlahos, cuidadora domiciliar de pacientes em estágio terminal, corrobora as descobertas da Dra. Ungerleider. Em seu livro “The In-Between”, ela compartilha histórias comoventes de pessoas que se arrependem de terem priorizado o trabalho em detrimento da família e de terem se apegado excessivamente a bens materiais.
As palavras de pacientes terminais e profissionais da área da saúde nos convidam a uma profunda reflexão sobre nossas vidas. Qual é o legado que queremos deixar? O que realmente importa para nós? Ao respondermos a essas perguntas, podemos tomar decisões mais conscientes e viver uma vida mais plena e significativa.
Chamada para ação
Que tal começar hoje mesmo a fazer pequenas mudanças em sua vida? Converse com seus entes queridos, pratique atividades que te dão prazer e viva cada momento como se fosse o último. Afinal, a vida é curta demais para sermos acomodados e vivermos de acordo com as expectativas dos outros.
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Da Redação do Agenda Capital





