Marina Silva. Foto: Reprodução

Por Redação

São Paulo, 27/8/2018 – A evangélica e candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, fez na noite desta segunda-feira, 27, uma fala enfática em relação à posição dela sobre o aborto. Mesmo sendo contrária, ela reiterou à Record TV que qualquer avanço além da lei atual deve ir à consulta popular.

“Vou aproveitar este momento para deixar clara a minha posição sobre este tema”, afirmou Marina à emissora. “Sou contra o aborto. Mas decisão para além do que existe na lei atual deve ir a consulta popular. Não acredito que 513 pessoas podem decidir por 200 milhões.”

A candidata afirmou ainda ser contra o aborto por questões religiosas, éticas e filosóficas. “O aborto não pode ser tratado como método contraceptivo”, afirmou.

A posição da candidata sobre o tema é vista com resistência em setores que já a apoiaram. O pastor Silas Malafaia, que votou em Marina em 2014, passou a apoiar Jair Bolsonaro (PSL) e criticou reiteradas vezes a ex-senadora nas últimas semanas. Para ele, um “cristão de verdade” não vota nela.

Da Redação com informações do Estadão

Delmo Menezes
Gestor público, jornalista, secretário executivo, teólogo e especialista em relações institucionais com experiência em diversos órgãos da administração direta e indireta. Analista político e observador atento da política local e nacional. Editor-Chefe do portal de notícias Agenda Capital.

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