Pesauisa Igape para deputado distrital. Foto: Divulgação.

Joaquim Roriz Neto aparece na liderança, com 3,9%, seguido por Chico Vigilante, Martins Machado e Wellington Luiz; 21,8% ainda não sabem ou não opinaram

Por Delmo Menezes

A disputa por uma das 24 cadeiras da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aparece pulverizada na nova pesquisa do Instituto Gazeta de Pesquisa (IGAPE), divulgada neste domingo (20). O levantamento, encomendado pela TV Atual, afiliada da Record News, mostra Joaquim Roriz Neto (PL) na primeira posição entre os candidatos a deputado distrital, com 3,9% das intenções de voto.

Na sequência aparecem Chico Vigilante (PT), com 3,4%, Martins Machado (Republicanos) e Wellington Luiz (MDB), empatados com 3,2%. Jaqueline Silva (MDB) e Max Maciel (PSOL) registram 3% cada.

O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 19 de setembro de 2026, com 2 mil eleitores do Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-09868/2026.

Confira os principais nomes

No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, o resultado é o seguinte:

  1. Joaquim Roriz Neto (PL) – 3,9%
  2. Chico Vigilante (PT) – 3,4%
  3. Martins Machado (Republicanos) – 3,2%
  4. Wellington Luiz (MDB) – 3,2%
  5. Jaqueline Silva (MDB) – 3,0%
  6. Max Maciel (PSOL) – 3,0%
  7. Pastor Daniel de Castro (PP) – 2,8%
  8. Renata Daguia (Republicanos) – 2,8%
  9. Eduardo Pedrosa (União) – 2,7%
  10. Delegado Fernando Fernandes (Republicanos) – 2,3%
  11. Delmasso (Republicanos) – 2,0%
  12. Pepa (PP) – 2,0%
  13. Bispo Renato Andrade (Republicanos) – 1,7%
  14. Robério Negreiros (Podemos) – 1,7%
  15. Rôney Nemer (PP) – 1,7%
  16. Hermeto (MDB) – 1,5%
  17. Ricardo Vale (PT) – 1,4%
  18. Raad (Mobiliza) – 1,3%
  19. Jorge Vianna (Democrata) – 1,1%
  20. Rogério Morro da Cruz (PSD) – 1,0%
  21. Giulianno Cartaxo (Republicanos) – 0,9%
  22. Iolando (MDB) – 0,9%
  23. Marcela Passamani (MDB) – 0,8%
  24. Rogério Ulysses (Avante) – 0,8%

Indefinição ainda é significativa

Um dos principais dados do levantamento está fora da lista de candidatos. 21,8% dos entrevistados disseram não saber ou não opinar sobre em quem pretendem votar para deputado distrital.

O número mostra que uma parcela expressiva do eleitorado ainda não consolidou sua escolha para a CLDF. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, as diferenças entre vários candidatos que aparecem próximos na tabela devem ser observadas dentro desse intervalo.

A pesquisa também reforça um cenário de forte pulverização da disputa proporcional. Nenhum candidato alcança 4% das intenções de voto e a diferença entre o primeiro colocado e nomes que aparecem no meio da lista é relativamente pequena.

Roriz Neto aparece na frente

Joaquim Roriz Neto aparece numericamente na primeira posição, com 3,9%. O resultado ocorre em uma disputa que reúne parlamentares com diferentes perfis, partidos e bases eleitorais espalhadas pelas regiões administrativas do Distrito Federal.

Chico Vigilante aparece logo atrás, com 3,4%. Martins Machado e Wellington Luiz registram 3,2%, enquanto Jaqueline Silva e Max Maciel chegam a 3%.

Na sequência, Pastor Daniel de Castro e Renata Daguia aparecem com 2,8%, seguidos por Eduardo Pedrosa, com 2,7%.

Em seguida Bispo Renato Andrade, Robério Negreiros e Rôney Nemer, todos com 1,7%.

Disputa proporcional pode mudar

O cenário apresentado pelo IGAPE ainda não permite estabelecer uma fotografia definitiva da composição da próxima Câmara Legislativa. Além do percentual elevado de eleitores que não sabem ou não opinaram, vários candidatos aparecem numericamente próximos.

Na eleição proporcional, a definição das vagas depende não apenas da votação individual dos candidatos, mas também do desempenho dos partidos e federações no conjunto dos votos válidos.

A pesquisa, portanto, retrata o momento em que os eleitores foram entrevistados, entre 15 e 19 de setembro, e não constitui previsão do resultado das urnas.

Com a campanha avançando para a reta final, a tendência é de aumento da disputa pela conquista dos votos ainda não consolidados — especialmente entre os candidatos que aparecem próximos dentro da margem de erro.

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Da Redação do Agenda Capital

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