
As operações de busca e salvamento continuam ininterruptas, correndo contra o tempo para tentar localizar os milhares de cidadãos que continuam desaparecidos
Por Redação
Caracas, Venezuela – O balanço de vítimas dos dois fortes terremotos que atingiram a Venezuela na semana passada voltou a subir. Em um pronunciamento televisionado neste domingo (28), o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, confirmou que pelo menos 1.450 mortes já foram formalmente registradas no país.
Além das perdas humanas, as autoridades informaram que o desastre deixou 3.150 pessoas feridas e 12.721 desalojadas. A situação humanitária é considerada gravíssima, e o cenário se torna ainda mais alarmante com as estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), que apontam para cerca de 50.000 pessoas desaparecidas.
Infraestrutura colapsada e buscas intensas
Os abalos sísmicos provocaram a destruição generalizada de estruturas na região afetada. De acordo com os dados apresentados por Rodríguez, pelo menos 774 edificações foram severamente danificadas ou desabaram por completo, incluindo instalações críticas como hospitais.
“Estamos em horas críticas, em horas cruciais, para continuar salvando vidas”, alertou o presidente do Parlamento, reforçando o senso de urgência que mobiliza as equipes de socorro.
Mobilização e ajuda internacional
Durante o pronunciamento, Jorge Rodríguez — que é irmão da presidente interina, Delcy Rodríguez — expressou profunda gratidão pelo apoio que o país vem recebendo do exterior.
Até o momento, a força-tarefa de ajuda humanitária e salvamento conta com o reforço de:
- 2.624 equipes de resgate enviadas pela comunidade internacional.
- 137 cães de busca, essenciais para a localização de sobreviventes sob os escombros.
As operações de busca e salvamento continuam ininterruptas, correndo contra o tempo para tentar localizar os milhares de cidadãos que continuam desaparecidos.
Siga o Agenda Capital no Instagram>https://www.instagram.com/agendacapitaloficial
Da Redação do Agenda Capital





