Diante da baixa umidade do ar, a Defesa Civil do Distrito Federal e a SES-DF orientam a população a adotar medidas preventivas para reduzir os impactos do tempo seco.
Por Delmo Menezes
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo para baixa umidade do ar em parte da região Central do Brasil. O Distrito Federal está entre as unidades da Federação atingidas pela previsão. Segundo o órgão, a umidade relativa do ar pode variar entre 20% e 30%, o que representa baixo risco de incêndios florestais e impactos à saúde.
De acordo com o Inmet, ao longo da semana a umidade relativa do ar deve oscilar entre 20% e 30% durante o período da tarde. Esse índice caracteriza estado de atenção, aumentando os riscos à saúde da população e a probabilidade de ocorrência de incêndios florestais.
A umidade do ar é considerada baixa quando fica abaixo de 30%, entrando na faixa de estado de atenção. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o índice ideal para a saúde humana varia entre 40% e 70%.
Especialistas alertam que, em períodos de baixa umidade, é comum o ressecamento das mucosas, da pele e dos olhos, além do aumento de crises alérgicas e problemas respiratórios. Entre as principais recomendações estão manter a hidratação, utilizar soro fisiológico para umidificar as narinas e os olhos, evitar atividades físicas intensas ao ar livre nos horários mais secos do dia e, sempre que possível, utilizar umidificadores de ambiente ou recipientes com água para aumentar a umidade dos locais fechados.
Defesa Civil e Secretaria de Saúde reforçam orientações
Diante da baixa umidade do ar, a Defesa Civil do Distrito Federal e a Secretaria de Saúde orientam a população a adotar medidas preventivas para reduzir os impactos do tempo seco.
Entre as principais recomendações estão:
- Beber água regularmente, mesmo sem sentir sede, para manter o organismo hidratado;
- Evitar a prática de atividades físicas intensas entre 10h e 17h, período em que a umidade do ar costuma atingir os menores índices;
- Permanecer em locais arejados e, sempre que possível, utilizar umidificadores de ambiente ou recipientes com água para aumentar a umidade dos cômodos;
- Utilizar soro fisiológico para hidratar as narinas e os olhos, reduzindo o ressecamento das mucosas;
- Reforçar a hidratação da pele com o uso de cremes hidratantes e protetor labial;
- Manter crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias em ambientes ventilados e bem hidratados, por serem mais vulneráveis aos efeitos do clima seco;
- Evitar queimadas e não descartar bitucas de cigarro em áreas de vegetação, já que o tempo seco favorece a propagação de incêndios;
- Em caso de fumaça provocada por queimadas, manter portas e janelas fechadas, reduzir a exposição ao ar livre e procurar atendimento médico se houver dificuldade para respirar, falta de ar ou agravamento de doenças respiratórias.
A Defesa Civil também orienta que a população acione o Corpo de Bombeiros imediatamente ao identificar focos de incêndio em áreas de vegetação, contribuindo para evitar que as chamas se espalhem e causem maiores danos ambientais e riscos à população.
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Da Redação do Agenda Capital





